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Sabado, 05 de Setembro de 2026

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Justiça Eleitoral determina retorno de Instagram de candidata baiana após suspensão por erro em cadastro

Folha TV recebeu essas informações

Justiça Eleitoral determina retorno de Instagram de candidata baiana após suspensão por erro em cadastro
Foto: Reprodução/Instagram
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Perfil de Manuella Tyler (PSB-BA) havia sido derrubado após denúncia anônima no aplicativo Pardal; juiz deu 24 horas para que a Meta restabeleça a conta da candidata a deputada federal.

A candidata a deputada federal Manuella Tyler (PSB-BA) obteve nesta sexta-feira (4) uma decisão favorável para recuperar seu perfil oficial no Instagram, que havia sido suspenso por determinação da Justiça Eleitoral. A conta foi alvo de uma denúncia anônima registrada no aplicativo Pardal, que apontou omissão e irregularidade nas informações prestadas pela campanha ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O bloqueio ocorreu devido a um erro formal e burocrático no momento do registro das plataformas digitais da candidata. Em vez de fornecer o link completo (URL) da página, como exige o sistema do tribunal, a equipe da campanha preencheu o formulário apenas com o nome de usuário ("@manuellatyler").

A falha, no entanto, durou pouco. De acordo com a decisão judicial assinada hoje pelo juiz Antônio Marcelo Oliveira Libonati, do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), a defesa da candidata comprovou a regularização do cadastro. A informação correta foi incluída no processo de Registro de Candidatura (RCand) na última quinta-feira, 3 de

Com o erro sanado, o magistrado deferiu o pedido da campanha e determinou a expedição de ofício à Meta Platforms, responsável pelo Instagram, para que o perfil "https://www.instagram.com/manuellatyler" seja restabelecido no prazo de 24 horas.

O peso do aplicativo Pardal

O caso de Manuella Tyler reflete a força da fiscalização popular neste pleito. Em agosto de 2026, o TSE informou que o aplicativo Pardal recebeu mais de 3,4 mil denúncias de irregularidades em campanhas por todo o Brasil em apenas um mês. A ferramenta tem se mostrado o principal canal para que eleitores e adversários apontem falhas que vão desde propagandas irregulares até inconsistências em dados de registro.

Em nota divulgada logo após a suspensão, a assessoria de comunicação de Manuella Tyler minimizou o episódio, classificando-o como um "erro estritamente material", e afirmou que a campanha mantém "compromisso inegociável com a lisura, a transparência e o estrito cumprimento das regras eleitorais".

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