A jornalista Ana Claudia Guimarães, na coluna de Ancelmo Gois no Globo, informa que a 50ª Vara Cível do Rio atendeu o pedido da defesa de Caetano Veloso e determinou a penhora dos valores arrecadados pela Editora Record com a venda dos livros de Olavo de Carvalho, morto em janeiro de 2022.
Folha Democrata apurou que Heloisa de Carvalho, filha primogênita do guru bolsonarista e militante pelo PSOL, intermediou o contato da defesa de Caetano com a família. Olavo foi condenado a pagar multa diária de R$ 10 mil por não ter retirado de suas redes sociais ofensas publicadas em 2017 nas quais acusava Caetano de pedofilia.
Esse valor acumulou e, conforme a última atualização feita em 2022, já estava em R$ 3.372.608,33. De acordo com a decisão do juiz Guilherme Pedrosa Lopes, enquanto não for finalizado o inventário, a universalidade de bens do espólio de Olavo de Carvalho responde pelas dívidas contraídas por ele.
A execução da sentença da ação vencida por Caetano deve permanecer direcionada ao espólio. A Editora Record informou à Justiça que os valores referentes aos livros de Olavo de Carvalho, atualmente, totalizam o montante de R$ 8.016,40, diz o Globo.
Heloisa disputa na Justiça para se tornar inventariante do pai e chegou a ser alvo de uma notinha maldosa também do jornal O Globo.
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